Somos os mesmos de antigamente,
Os que sonhavam bonito, inocente.
Sonhos lindos, doces demais,
Que pareciam eternos, sem “jamais”.
Ainda somos os mesmos a sonhar,
Mas com sonhos possíveis de alcançar.
Já não tão doces, nem tão leves,
Sonhos moldados pelas próprias neves.
Somos agora mais fortes, mais duros,
Marcados pelo tempo e seus muros.
Corações frios por fora, eu sei,
Loucos por colo, por chorar outra vez.
Saudades que insistem, que não vão embora,
Saudades… saudades… que doem e afloram.
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