sexta-feira, 28 de setembro de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
Trabalho Alienado(filosofia)
Ao executar a rotina do trabalho alienado, o trabalhador se submete a um sistema de exploração que,em grande parte,não lhe permite desfrutar financeiramente dos benefícios de sua própria atividade.Assim,no plano econômico, o trabalho alienado produz para satisfazer as necessidades
do mercado e não a propriamente do trabalhador. Fabricas,por exemplo,coisas maravilhosas para uma elite econômica,produz palácios,enquanto grande número de trabalhadores mora em um casebre.Produz"inteligência",mas também estupidez e bitolamento para os trabalhadores.
Finalizando o trabalho alienado costuma a ser marcado pelo desprazer,pelo embrutecimento e pela exploração do trabalhador.
"Primeiramente,o trabalho alienado se apresenta como algo externo ao trabalhador,algo que não faz parte de sua personalidade.Assim,o trabalhador não se realiza em seu trabalho,mas nega-se a si mesmo.Permanece no trabalho com uma sensação de sofrimento em vez de bem estar,com um sentimento de bloqueio de sua energias físicas e mentais que provoca cansaço físico e depressão.Nessa situação,o trabalho permanece aborrecido.Seu trabalho não é voluntário,mas imposto e forçado.O caráter alienado desse trabalho é facilmente atestado pelo fato de ser evitado como uma praga; só é realizado à base de imposição.Afinal,o trabalho alienado é um trabalho de sacrifício,de mortificação.É um trabalho que não pertence ao trabalhador mas sim à outra pessoa que dirige a produção."
Karl Marx.
Fundamentos da Filosofia
Historia e Grandes Temas
terça-feira, 21 de agosto de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Barco a Vela
No vai-e-vem,
no balanço das ondas,
as velas,
brancas,belas,
se abrem aos ventos,
Os seus movimentos,
leves,
lentos,
ritmados,
ora cedendo ao vento,
ora cedendo ao mar,
confundem minha visão.
Parecem ficar
quando vão.
Hardy Guedes Alcoforado Filho.O bailado-Primeiros movimentos.
São Paulo:Scipione,2002.p.31.
Aves e meninos
que dão calor,
energia
liberdade e asas
aos meninos!
Asas tão macias,
tão coloridas,
asas tão sorridentes
cheia de luz,
iluminando aos meninos.
No calor do toque
das coloridas asas
os meninos voam,
os meninos sonham
Elias José,Mágica terra brasileira.
São Paulo:Formato,2006.p.21.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Mitologia Grega-A caixa de Pandora
A caixa de Pandora é um mito grego no qual fala da existência da mulher e dos vários males do mundo são explicados. Tudo inicia-se quando Zeus, o deus de todos os deuses, resolve arquitetar um plano para se voltar contra a ousadia de Prometeu – que entregara aos homens a capacidade de controlar o fogo. Para tanto, Zeus decide criar uma mulher repleta de dotes oferecidos pelos deuses e a oferece a Epimeteu, irmão de Prometeu.
Antes disso, Prometeu recusou a jovem Pandora de Zeus temendo que ela fizesse parte de algum plano de vingança da divindade roubada. Ao aceitar Pandora, Epimeteu também ganhou uma caixa onde estavam contidos vários males físicos e espirituais que poderiam acometer o mundo. Desconhecedor do conteúdo, ele foi somente alertado de que aquela caixa não poderia ser aberta em nenhuma hipótese. Com isso, o artefato era mantido em segurança, no fundo de sua morada, cercado por duas gralhas barulhentas.
Aproveitando de sua beleza, Pandora convenceu o marido a se livrar das gralhas que lhe causavam espanto. Após atender ao pedido da esposa, Epimeteu manteve relações com ela e caiu em um sono profundo. Nesse instante, não suportando a própria curiosidade, Pandora abriu a caixa proibida para espiar o seu conteúdo. Naquele momento, ela acabou libertando várias doenças e sentimentos que atormentariam a existência do Homem no mundo. Zeus assim concluía o seu plano de vingança contra Prometeu.
Logo percebendo o erro que cometera, Pandora se apressou em fechar a caixa. Com isso, ela conseguiu preservar o único dom positivo que fora depositado naquele recipiente: a esperança. Dessa forma, o mito da Caixa de Pandora explica como o Homem é capaz de manter-se perseverante mesmo quando as situações se mostram bastante adversas. Além disso, esse mesmo mito explora a construção da identidade feminina como sendo marcada pela sensualidade e o poder de dissimulação
HEIDEGGER,Martim(Filosofia)
O texto aborda uma experiência fundamental da existência humana segundo Martin Heidegger: a angústia.
1. O mundo e o nada
Quando o mundo “surge diante do homem” na experiência da angústia, tudo aquilo que normalmente dá sentido à vida cotidiana — objetos, pessoas, tarefas, papéis sociais — perde importância. As coisas particulares parecem se aniquilar, apontando para o nada.
Nesse momento, o homem percebe sua condição essencial de ser-para-a-morte, isto é, um ser consciente de sua finitude.
2. Angústia e revelação do ser
A angústia não é apenas um sentimento psicológico, mas uma experiência existencial profunda. Ela revela ao homem sua dimensão mais própria, o seu ser, que normalmente fica encoberto pela rotina e pelas ocupações do dia a dia.
3. As duas alternativas diante da angústia
Segundo Heidegger, ao vivenciar a angústia, o homem se depara com duas possibilidades:
- Fugir da angústia: retornar ao cotidiano, esquecendo sua condição existencial e vivendo de forma impessoal, automática e superficial.
- Superar a angústia: enfrentá-la e, a partir dela, assumir sua existência de modo consciente e autêntico.
4. Transcendência e sentido do ser
Ao superar a angústia, o homem manifesta seu poder de transcendência — ou seja, sua capacidade de ir além das aparências do mundo e de si mesmo.
Nesse processo, surge um tema central do pensamento heideggeriano:
o homem é capaz de atribuir sentido ao ser.
Isso significa que o ser humano não apenas existe, mas compreende, interpreta e dá significado à própria existência.
Resumo em poucas linhas
A angústia revela ao homem sua finitude e seu ser mais profundo. Diante dela, ele pode fugir para a rotina ou enfrentá-la de modo autêntico. Ao superá-la, o homem transcende o mundo imediato e torna-se capaz de atribuir sentido ao ser.
terça-feira, 24 de julho de 2012
O despertar pela angústia(Heidegger)
Um tema muito bom para ser estudado.O despertar pela angústia.É bem explorado esse tema na obra de Heidegger Ser e Tempo onde se investiga o sentido do ser.Essa analise pode ser feita analisando o ser que nos próprios somos.Ele criou uma termologia próprias e por vezes obscuras,
Heidegger denominou a moda do ser do homem ,nossa existência com a palavra Dasein, cujo sentido é ser-aí,estar-aí.
Analisando a vida humana,o filósofo descreveu três etapas que marcam a ,e que para a maioria dos homens,culminando numa existência inautêntica: fato da existência,desenvolvimento da existência,destruição do eu.
A destruição do eu - tentando realizar seu projeta o,o homem sofre a interferência de uma série de fatores adversos que o desviam de seu caminho existencial.Trata-se do conforto do eu com os outros.Um confronto no qual o homem comum é,geralmente derrotado.O seu eu é destruído,arruinado,dissolve-se na banalidade do cotidiano,nas preocupações da massa humana.Em vez de tornar-se si-mesmo,torna-se o que os outros são,assim,o eu é absorvido no com-o-outro e para-o-outro.
O sentimento profundo que faz o homem despertar da existência inautêntica é a angustia,pois ela revela o quanto nos dissolvemos em atitudes impessoais, o quanto anulamos nosso eu para inseri-lo,alienadamente,no mundo do outro.
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Mulher Sentada(Marie-Thérèse Walater)
"Por que deveria eu tentar imitar a natureza?Poderia igualmente tentar traçar um círculo perfeito."
Picasso










.jpg)
